domingo, 4 de fevereiro de 2018

Família Barros

Novo Brasão na página de Heráldica:


Barros é um sobrenome português e galego de origem toponímica, derivado de Barro (sim, a matéria prima das construções rudimentares!) Alguns estudiosos afirmam que Barros se originou da família Haro, outros afirmam que poderia se tratar de uma alcunha (apelido).

Há mais de um brasão da família Barros, sendo o mais comum um escudo vermelho com três listras brancas (ou prateadas) e nove estrelas douradas.
Para saber mais:



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Info: Brasão vetorizado pela autora. Uso livre não comercial.

domingo, 28 de janeiro de 2018

Amores da Vida

Quando a ideia da série "Amores da Vida" surgiu, ficou evidente que teria tudo a ver com história da família, porque trataria dos gostos (os amores) da vida, na vida de cada um, de forma individual.

O projeto acabou por se tornar também, um cartão de aniversário para os membros da família e irá se estender pelo ano, até agosto de 2018.


A aniversariante da vez, em publicação posterior, porque dezembro foi um merecido mês offline, é a minha cunhada Isa.


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Info: Ilustração feita pela autora. Reprodução proibida.

domingo, 21 de janeiro de 2018

Família Telles

Novo Brasão na página de Heráldica:


Telles ou Teles é um sobrenome português de origem toponímica, derivada de nome próprio Telo ou no latim "Tellus", hoje em desuso, mas outrora nome comum. Sendo assim as grafias Tello, Tellus, Telllez, Teles e Telles costumam ser consideradas variantes.

O brasão da família Teles é um escudo esquartelado, o primeiro e o quarto de ouro, o segundo e o terceiro de prata, com um leão de púrpura.
Para saber mais:



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Info: Brasão vetorizado pela autora. Uso livre não comercial.

domingo, 14 de janeiro de 2018

Amores da Vida

Quando a ideia da série "Amores da Vida" surgiu, ficou evidente que teria tudo a ver com história da família, porque trataria dos gostos (os amores) da vida, na vida de cada um, de forma individual.

O projeto acabou por se tornar também, um cartão de aniversário para os membros da família e irá se estender pelo ano, até agosto de 2018.


A aniversariante da vez, em publicação posterior, porque dezembro foi um merecido mês offline, é a minha Mãe.

Ela tem nome árabe, mas é descendente de portugueses e índios, trabalhou com agricultura familiar, enfermagem em hospital psiquiátrico, educação especial na APAE, educação regular pública do estado de SP e é formada em Geografia e Pedagogia. 

Ela tem o dedo verde e tudo o que ela planta nasce.

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Info: Ilustração feita pela autora. Reprodução proibida.

domingo, 7 de janeiro de 2018

A importância de Fazer Perguntas em Genealogia

Gosto de pensar que um segredo da genealogia é perguntar.
Perguntar abre portas e inicia linhas de pesquisa.

Um dia descobri que tinha tios-avôs dos quais eu nunca tinha ouvido falar.
Minha avó não os mencionou porque eles morreram antes de chegarem à vida adulta.
Saber da existência e da histórias deles me ajudou a entender melhor minha avó, os pais e os irmãos dela.

Sempre que questiono "Por que nunca soube disso?", as pessoas respondem: "Porque você nunca perguntou e eu não achei que interessasse".

Por vezes perdemos informações porque não fazemos perguntas e de vez em quando perdemos informações porque não fazemos perguntas específicas.

Aprendi que perguntar "Quais foram os filhos de fulano?" não é a mesma coisa que perguntar "Esses foram TODOS os filhos de fulano ou foram só os que chegaram a ficar adultos?"


Aprendi também que perguntar para pessoas diferentes pode gerar respostas diferentes.
Eu interpreto a pergunta "Quantos filhos teve fulano?" como um questionamento sobre todos os filhos biológicos que nasceram do casal e todos os filhos adotivos que eles criaram. Outros podem interpretar essa questão de modo diferente e para alguns, falar de pessoas falecidas  pode ser doloroso ou nostálgico.

De forma geral, as pessoas na nossa cultura gostam de falar e muitas vezes nos dão até mais informações do que esperávamos e talvez isso nos tenha feito mal perguntadores.

#ficaadica

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Info: Ilustração fotográfica feita pela autora com foto dos arquivos da família.




domingo, 26 de novembro de 2017

Família Faria(s)

Novo Brasão na página de Heráldica:


Faria ou Farias é um sobrenome português de origem toponímica, acredita-se que tenha se originado com os habitantes da Freguesia de Faria na região de Barcelos. Alguns acreditam que a origem do nome do local seja árabe.
No Brasil se encontra as duas grafias, Faria e Farias.

Há variantes de escudos para esse sobrenome, mas adota-se o vermelho com a torre de prata, aberta e iluminada de negro, acompanhada de cinco flores de lis de prata, três em chefe e uma em cada flanco.

Para saber mais:



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Info: Brasão vetorizado pela autora. Uso livre não comercial.

domingo, 19 de novembro de 2017

Pedigree, Perguntas e a Moral da História

A primeira vez que vi um gráfico de linhagem em inglês, muitos anos atrás, torci o nariz para o nome "pedigree chart". Naquela época para mim,  pedigree era uma coisa de cachorro de raça.

De fato, o pedigree de um cachorro é o documento que atesta que ele veio de uma linhagem de cães de determinada raça, tendo controle de doenças e sendo descendente de animais selecionados.

Houve uma época em que a genealogia era voltada justamente para a finalidade de provar que uma linhagem era nobre.

É verdade que na prática o que mais existe são as genealogias sem nobres e famosos. Não raro, há problemas na pesquisa já na segunda geração, com genitores desconhecidos e muita confusão.
Eu gosto de brincar que essas últimas são "Genealogias de Gato".

Poucos animais são mais sem raça definida do que os gatos domésticos.
Quem conhece animais, sabe da absoluta impossibilidade de se traçar uma árvore genealógica de um gato doméstico com acesso à rua. Os gatos sem raça definida podem ter filhotes de todas as cores numa mesma ninhada. Não adianta olhar para os animais da vizinhança tentando encontrar semelhança entre filhotes e genitores.

Mas se a sua genealogia merece o rótulo de "Genealogia de Gato", não se desespere...
Nem tudo está perdido!

A genealogia sempre envolve fazer perguntas e de vez em quando, acontecem pequenos milagres que desfazem nós impossíveis de serem desfeitos.

Deixe-me dar um exemplo tolo porém ilustrativo: Em casa, temos uma gata, que chamamos de Chia. Ela tem um gênio muito difícil  peculiar e uma aparência ótima. Adotamos a a criatura quando ela era uma bolinha de pelos anêmica e doente, numa nuvem de gatos (a moça que nos deu, doou 26 gatos no intervalo de dois meses).

Claro que eu não esperava descobrir coisa alguma, mas para ilustrar o conceito de "genealogia de gato" enviei uma mensagem perguntando algo sobre a "mãe" da Chia. Para minha surpresa descobri não só a Nina, como a Amora, com direito a fotos.

Traçar a genealogia de um gato vira-latas, em tese é impossível. Mas com meia dúzia de mensagens fiquei sabendo que a mancha branca na barriga a Chia herdou da Amora e o humor ruim veio da Nina.

Então a moral da história continua simples: Perguntar é sempre o começo da Genealogia, não tem custo e o máximo que pode acontecer é não dar resultado.

Não se esqueça: Não perguntar por assumir que não haverá resultado positivo é o erro mais simples a ser evitado.




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Info: As duas fotos menores são de autoria da dona dos animais e utilizadas com permissão. A foto maior foi feita pela autora do texto. 
*As gerações de um gato doméstico podem chegar em 8 animais em linha reta num intervalo de quatro anos e até 2.100 novos gatos por progressão no mesmo intervalo. A linhagem da Chia terminou nela que foi castrada com a idade de 4 meses.


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