domingo, 30 de julho de 2017

Família Mello

Novo Brasão na página de Heráldica:


Mello é um sobrenome português de origem toponímica, tendo o nome do local se originado na ave Melro ou Mérula. (Merlo em espanhol). Por razões fonéticas se acredita que originalmente o sobrenome seja Mello com dois "L".

Há variantes de brasão, sendo o escudo mais comumente aceito constituído de ouro com seis partes de vermelho com um circulo de prata dentro de cada parte. (O Brasão é muito semelhante ao brasão da família Almeida)


Para saber mais:



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Info: Brasão desenhado e vetorizado pela autora. Uso livre não comercial.

domingo, 16 de julho de 2017

Heráldica na real: Famílias sem Brasão

Não raro os iniciantes em genealogia se interessam por heráldica e perguntam:

E se a minha família não tiver um brasão?

Sem pânico, mas provavelmente ela não tem. 
E há diversas razões para tal...


Etnia é a maior das razões, uma vez que a heráldica é uma tradição européia medieval.
É verdade que outras culturas também se utilizam de emblemas para marcar famílias ou clãs, como é o caso do Kamon no Japão. Contudo, essa série de postagens se refere a heráldica na visão européia.

Erro de grafia ou transliteração do sobrenome.
Amparada pela falta de registros, isso ocasiona uma lacuna que inviabiliza a determinação do brasão correto.

Linhagem.
Pelas regras da heráldica, o brasão é patriarcal, o sobrenome só deveria passar inalterado do pai para o primeiro filho, o primogênito homem de uma família, que só utilizaria o brasão original após a morte do pai. Então em termos estritamente corretos, o brasão só poderia ser ostentado inalterado por uma única família.

Posto tudo isso, ao pé da letra, quase ninguém poderia ostentar um brasão e dizer que é o brasão de sua família.

E o que isso significa?
Significa que você pode continuar a gostar, exibir e usar o "brasão original do sobrenome" mesmo não sendo legitimamente o atual herdeiro da linhagem, ciente de que isso é uma escolha e que heráldica moderna não é uma ciência exata nem tem a pretensão de sê-lo.


E se eu quiser "o" brasão 100% correto?
Não vai encontrar um, a menos claro, que você seja o descendente direto, coisa provavelmente impossível de verificar e provar.

O que fazer então?
Pesquise sua linhagem para identificar etnias e "adote" seu brasão original ou considere a possibilidade de criar seu próprio brasão de família.

Vá reunindo seus dados, porque logo mais, o amogenealogia vai te ajudar a criar seu próprio brasão original, seguindo as regras da heráldica.


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Info: Ilustração criada pela autora.

domingo, 9 de julho de 2017

Heráldica: Brasões diferentes do mesmo sobrenome

Tradicionalmente, ao menos uma vez ao mês, o amogenealogia tem publicado brasões de família em png de boa resolução e uso livre não comercial.

A seção de Heráldica é um item permanente desse projeto que é o blog.

Contudo, alguns leitores podem já ter descoberto que não há consenso sobre qual é o brasão correto de sua família ou ainda pior, que não há registro de sequer existir um brasão para seu sobrenome.




Mais de um Brasão para um mesmo Sobrenome:


Isso acontece porque as famílias de mesmo sobrenome podem ter diferentes origens mesmo dentro de um mesmo pais. O maior erro do mundo é achar que toda família de mesmo sobrenome é parente e portanto, todo sobrenome igual tem o mesmo brasão.

Pela raiz paterna, minha família tem tradicionalmente dois brasões diferentes, dentro da mesma origem italiana. Foi possível identificar o brasão correto através da pesquisa do professor Marcello Ferrada de Noli em seu blog famigliadenoli, porque sabíamos a região de onde nossos ancestrais vieram.

Se sua família tem mais de um brasão nas pesquisas de imagens, saiba que está na hora de se empenhar numa busca mais minuciosa e que buscar pelo buscador não é realmente uma pesquisa.

Roteiro:

1. Salve amostras de todos os brasões supostamente do seu sobrenome e procure saber o país de origem de cada brasão correlacionado;

2. Pesquise sua história da família e genealogia para determinar a região de origem do seu sobrenome;

3. Recrute ajuda de outros familiares;

4. Em casos muito complexos, consulte especialistas.
Notadamente existem muito poucos no Brasil. No exterior há bem mais pesquisadores de história da família e de heráldica (Há formação acadêmica para tal) e há serviços que vendem impressos e quadros, a maior parte deles sem comprovação alguma da origem do brasão, portanto não custa relembrar que a legitimidade de não um brasão não pode ser atestada só porque ele é pago ou quiçá, caro.

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Info: Ilustração feita pela autora.



domingo, 2 de julho de 2017

Descontinuação do Serviço de Microfilme

Segundo comunicado oficial do FamilySearch, o serviço de empréstimo de cópias de microfilmes será descontinuado à partir de 1 de setembro deste ano.

Os microfilmes eram emprestados para leitura dos pesquisadores nos CHFs,  por custo de envio e por tempo variável. Á partir de setembro, eles não poderão ser mais solicitados.

A resolução do término do programa de empréstimos se deve ao programa de digitalização do acervo, que é o maior banco de dados do gênero, no mundo. 

O processo de digitalização está previsto para ser concluído em 2020. 

Nesse meio tempo, o FamilySearch informou que os centros de história da família vão continuar a prover acesso à tecnologia relevante, serviços de assinatura premium e registros digitais, inclusive restrições de conteúdo não disponível em casa.




O que isso significa, para o genealogista, na prática?

Para a maior parte dos pesquisadores, pouco ou nenhum impacto.

Agora, se você for um pesquisador de regiões remotas, com o azar de pegar um acervo restrito, considere pedir seu microfilme até 31 de agosto. 


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Info: Comunicado oficial publicado em 30 de junho de 2017 no blog oficial.

domingo, 18 de junho de 2017

domingo, 11 de junho de 2017

Dois S2

O que Genealogia, História da Família e Lar tem em comum?



Todos começam em dois.


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Info: Ilustração feita pela autora. Reprodução proibida.

domingo, 4 de junho de 2017

Álbum NÃO virtual de fotos de Família

Essa semana, chegou pela transportadora, um envelope cheio de histórias

Tudo começou mesmo anos atrás, quando peguei emprestado o álbum de família e digitalizei as fotos; algumas foram escaneadas outras foram fotografadas com máquina DSLR.

Ao longo desse tempo todo fui "tratando" uma imagem aqui, outra ali, até uma noite no finalzinho de março, quando comprei um lote promocional de 100 fotos num serviço de impressão online.

As regras de uso incluíam dois meses de prazo para enviar as fotos e resolvi que precisava desse empurrãozinho para tirar da lista de tarefas esse projeto antigo: Meu próprio álbum de fotografias.

Na contramão de ter as fotos na nuvem, eu queria o álbum de papel, tradicional, de pegar, para abrir nas tardes de férias e folhear tomando uma xícara de chocolate quente.

Por R$29,90 mais os R$14,98 do frete, uma infância inteira impressa em papel fosco 10x15 agora está ali na estante.




Não precisa ter máquina nem ser editor de imagens profissional para fazer esse projeto.

A parte difícil é digitalizar os álbuns antigos e a parte fácil é ficar de olho nos cupons de fotos promocionais.

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Info: Fotos feitas pela autora. 
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